5 de junho: Dia undial do meio ambiente e ecologia

Sabemos todos dos apelos dramáticos que temos ouvido em relação à prevenção e conservação do meio ambiente em todos os meios de comunicações e em todos os países do mundo. Por este motivo não há como ignorar tantas iniciativas, o que torna ainda mais agravada a nossa não colaboração de forma efetiva.

Lembremos sempre das orientações tão simples que recebemos desde a mais tenra infância dos nossos avós e pais. Justamente por serem simples é que marcavam tanto o nosso dia a dia. Se você realmente estiver lembrando, saberá que eles já faziam tudo que o mundo moderno considera hoje como ações ecológicas de última geração. Aprendemos sempre a reciclar, a estar atentos a todos os tipos de desperdícios, pois era algo considerado crime. Sabíamos também das dificuldades que existiam nos mais variados setores, por isso pensávamos de maneira coletiva, para que todos fossem providos adequadamente do que era mais necessário.

Com o advento da industrialização, perdeu-se muito desta consciência da origem familiar dos produtos e passou-se a desvalorização do trabalhador, o consumismo então instalou-se de forma muito marcante na vida das pessoas. Os derivados do petróleo começaram a ser produzidos em larga escala e tiveram, em um curto espaço de tempo, um aumento inimaginável. Com isso, uma gama de outros produtos mais artesanais, antes utilizados como elementos essenciais para a produção industrial, foram se tornando aparentemente dispensáveis.

As duas últimas gerações a partir de 1930, não se imaginam hoje sem uma grande gama de insumos industrializados em suas vidas; passamos então a hipervalorizaçao do poder de consumo, prevalecendo a ideologia do “quanto mais, melhor”. Na indústria de medicamentos foi ainda mais assustador porque a lavagem cerebral mundial ocorreu de forma muito nítida.

Ser ecológico é uma filosofia de vida, é algo que pode ser conquistado com conscientização gradual. Realmente é difícil para quem cresceu na “era do desperdício”, ter uma tomada de consciência rápida. É nas mínimas escolhas do dia a dia que vamos exercitando o quanto é necessário ou não adquirir algum produto, o tipo de produto, que não necessariamente está ligado a marcas mas a qualidade, a quantidade mais exata, etc.

As pessoas estão com tão pouca educação ecológica que ainda permanece uma regra absurda, na maioria das vezes: “Alguém está pagando e não sou eu, então vamos exagerar, desperdiçar, não dar valor”. Isso acontece nas empresas, nas escolas, nas igrejas, nas festas, nos órgãos públicos, etc. E desta forma, a corrente do egoísmo, da falta de respeito e educação para com as pessoas e ao meio ambiente vai sendo transmitida ás crianças, que acabam achando normal aquela forma de agir. Dessa forma, esse padrão se perpetua nas ações dos seus descendentes.

Com o aumento das ações ecológicas em todos os setores, estamos tentando voltar as raízes simples, que é a valorização da agricultura familiar, a produção caseira de alimentos e produtos essenciais. Com esta corrente, todos saem ganhando. Hoje, no Brasil, já são cerca de 20 mil pequenos agricultores usando homeopatia em suas pequenas propriedades. Este conhecimento não existia no Brasil há mais de 30 anos quando comecei a ensinar homeopatia para tratamento dos ecossistemas. Mundialmente, esse conhecimento só havia sido citado por  5 pesquisadores em países da Europa.

Desde que comecei este trabalho inédito no contexto da homeopatia mundial, de pesquisa e uso dos remédios e seus princípios no meio ambiente em geral, temos a cada dia visto muitos exemplos maravilhosos de sucesso. São alunos, familiares, vizinhos, amigos e outras pessoas que passaram a pesquisar o uso da homeopatia não só nas plantas, mas também nos solos, nas águas, na indústria comum, como tenho teorizado, pesquisado e ensinando  em todos os cursos.

Quer aprender mais sobre homeopatia? Inscreva-se no curso presencial, que é ofertado em várias cidades brasileiras. Mais informações:http://homeopatia-pos.com/locais-do-curso/

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