4 de dezembro – Dia do orientador educacional

 

Tenho reforçado em praticamente todas as aulas do quanto seria
maravilhoso, divino, espetacular se tivéssemos uma escola homeopática.

Minha esperança é que alguém veja esta ideia como algo bem
plausível de ser implementado porque se pauta na simplicidade das
teorias da Homeopatia. Mas enquanto esse projeto da nova escola não se
materializa, vamos trabalhando no sentido de proporcionarmos as
nossas crianças e adolescentes o acesso à Homeopatia como tratamento
básico.

Se conseguirmos que isso ocorra em pelo menos uns 10% dos
municípios brasileiros nos próximos 5 anos, teremos alcançado um
número substancial de pessoas em formação, que farão toda
diferença nas décadas vindouras.

A mudança de paradigma na educação não é algo fácil. Ao longo dos anos,
várias mudanças vêm sendo propostas por pensadores como Paulo Freire e outros,
mas a batalha continua, já que é necessária a tomada de consciência por
parte de toda a população e a adequada adaptação estrutural por parte
dos governos. Antigamente, a palmatória era instrumento de punição para
aquelas crianças que desobedeciam a autoridade, no caso, o professor.
Hoje em dia, as classificações psiquiátricas migraram para o vocabulário
educacional e as crianças “inquietas” acabam sendo diagnosticadas
com síndromes que talvez nem façam parte da sua
predisposição genética.

Isso tudo porque desconhecemos a verdadeira essência da
natureza peculiar a cada personalidade. É necessário, portanto, entender
cada indivíduo com suas capacidades diferenciadas e, a partir disso,
reinventar um sistema educacional mais criativo, atrativo e produtivo
para todos.

Que tristeza em minha alma quando vejo, constato, tamanha insensatez:
nosso sistema educacional seguindo as siglas apropriadas à esfera da saúde mental.

Se olharmos ao nosso redor, observaremos que nossos descendentes estão
cada vez mais doentes e embrutecidos pelos fatores intoxicantes que os manterão quietos,

semiparalisados, sem perspectivas futuras e sem acesso ao conhecimento dos seus verdadeiros altos fins da existência.

E é por esse motivo que torço para que mais e mais educadores também
possam receber mais esse recurso que é a homeopatia que, com certeza,
fará a diferença neste turbilhão desenfreado, ajudando a recuperar a infância feliz e descomplicada,

a exemplo da que tivemos na nossa geração. Queremos crianças gritando,
pulando, correndo, fazendo “manha”, sorrindo, inocentes e leves. Estas são
características de crianças mentalmente ativas. Crianças saudáveis
são sapecas, cada uma a seu modo, assim já diziam nossas avós.

E sabemos que elas estavam certas, então,viva às crianças!

Está é sua nobre tarefa senhor orientador educacional, resgatar a
infância de nossas crianças…..

 

Professora Eliete MM Fagundes

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