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17 – Dia Nacional da Vacinação

A homeopatia trabalha com a memória quântica e vibracional dos agentes biológicos, mesmo não usando manipulação genética, a presença da memória original mantém-se sem estarem materializados nos remédios.

Muitas pessoas acreditam ser as vacinas princípio homeopático, mas, no âmago da questão, não é verdade. Entenda as diferenças.

Os vírus, bactérias, etc. utilizados na fabricação das vacinas são atenuadas, ou seja, sofrem alteração para a “virulência” ser inativada. Devemos levar em conta a complexidade do DNA desses seres, estão aqui há mais de um bilhão de anos e possuem inteligência ainda desconhecida na medicina convencional, porém acessivel pela homeopatia. Esse fato ajudaria a explicar tantos maus efeitos observados na população vacinada, pois eles tendem a recobrar sua integridade em todos os níveis.

Dependendo da imunidade, a vacina não causa sequelas, mas, aqueles mais enfraquecidos podem sofrer maus efeitos. A própria ANVISA informa que gestantes, idosos e pessoas com baixa imunidade não devem ser vacinadas.

A homeopatia trabalha com a memória quântica e vibracional desses seres, mesmo sem passar por manipulação genética, mantém-se a presença da memória original sem estarem materializados nos remédios. Quando a vacina convencional “pega”, a memória é impregnada na energia vital da pessoa e os agentes biológicos continuam emitindo informações. Isso ocorre por não haver no preparo da vacina o grande segredo do preparo da homeopatia, o processo de diluição e potencialização, a imensa diferença.

A diferença entre o princípio homeopático e as vacinas é enorme. A homeopatia atua pela lei do semelhante, neutralizará qualquer agente caso este esteja no corpo e entre em ressonância com o remédio análogo. A vacina introduz o agente no organismo sem a pessoa ter tido contato prévio. Como todo ser emite ondas eletromagnéticas, mesmo estando aparentemente “inativado”, poderá influenciar as funções normais dos órgãos de acordo com cada indivíduo. Portanto, a vacina não atua como homeopatia por não agir pelo principio da similitude. 

Existe leve equivalência nas ações de ambos métodos quanto à similitude, quando ao ser vacinado, o indivíduo já estava contaminado com o agente, neste caso poderá haver interações positivas em determinadas frequências dependendo da constituição, porém a farmacotécnica homeopática é totalmente diferenciada.

Portanto, a homeopatia e as vacinas são sistemas diferentes. No sistema homeopático, todas as homeopatias usadas para fins terapêuticos símiles são eminentemente preventivas. Isso porque o principal objetivo desse sistema é sempre aumentar a imunidade como um todo, independentemente de qualquer problema específico do indivíduo.

Professora Eliete MM Fagundes

– Veja detalhes sobre o tema no capítulo 14 “Vacinação e Homeopatia”, do livro “Retalhos Homeopáticos”, Vol. II.

– Conheça o livro – Burnett, J. Compton- Vacinose e sua Cura por Thuya.

– A ANVISA disponibiliza protocolo de registro de eventos adversos podendo ser acessado quando alguém sentir maus efeitos após as vacinações.

 https://www.gov.br/anvisa/ptbr/acessoainformacao/dadosabertos/informacoes-analiticas/notificacoes-de-farmacovigilancia 

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