20 de janeiro – dia do farmacêutico

Quanta alegria, quanta esperança……milhares de farmacêuticos prontos para decidir se querem ser prescritores em Homeopatia. Lembro de uma figura com cargo estatal de liderança na área da farmácia me dizer: “Eliete, eu não posso prescrever, isso é impossível, nunca vai acontecer!”

O ato do Conselho Federal em liberar essa atividade na resolução interna é passo gigantesco. O avanço que poderá levar à categoria a médio ou longo prazo é algo que não é sonho apenas meu, seu, mas, de todos, indiscutivelmente. Como tudo na natureza, existem passos, escalas de evolução a serem percorridos e é o que esses profissionais iniciaram pela Homeopatia.

E que início! Começaram a contar “somente” com o apoio das memórias e das informações de todos os elementos conhecidos e desconhecidos do universo. Possuem como aliados, nada mais, nada menos do que a imensidão da antimatéria materializada através de suas mãos, em forma infinitesimal.

Sua batalha futura já está vencida: é questão de tempo! 20 anos? 30 anos? 50 anos?

Será o tempo até que tudo se rearranje!

Será o tempo até que como prescritores homeopáticos estejam seguros e que, assim, estendam a conscientização que alcançaram para o ramo da alopatia. Assim, lutarão pela necessidade da mudança das prescrições medicamentosas para doses em forma mais ponderal em todos os tratamentos à base de substâncias tóxicas que, na realidade, somente os farmacêuticos poderiam executar tais prescrições.

Antevejo com certas restrições e tristeza o caminho da alopatia no futuro em relação à homeopatia. Após tantos miasmas gerados na espécie humana – uns muito ruis e outros menos ruins- que fatalmente desviaram a conduta evolutiva de gerações e gerações, ela se curvará totalmente às leis e princípios universais da Homeopatia.

Sabemos ser esse caminho sem volta, pois tais leis são regentes de tudo antes mesmo da existência e do que virá a ser criado, pois possuem a chave das informações necessárias à materialização. E Deus? Sim, a mente de Deus é organizada e você acreditando ou não, esses padrões estão interconectados. Então, a indústria se guiará fabricando doses decimais para não gerar tantos maus efeitos, mas, em contrapartida, terá que estar mais atenta a similitude, o que será ótimo. Caso contrário, a catástrofe de adoecimentos humanos será sem medidas.

Remédios alopáticos nunca deixarão de existir, o que a indústria fará é isso: continuará seu caminho nas doses homeopáticas, mas sem ser exatamente homeopatia. Manterá inacessível a causa da doença, mas o organismo não terá mais tanta desorganização da energia vital, pois a patogenesia será em menor grau, desde que respeitados os princípios básicos.
Custei a entender as várias causas do porquê sempre foram tão contra nós, Homeopatas. Pois esta é a principal causa: Sabem do valor, da eficácia e eficiência dos métodos, mas querem a exclusividade da homeopatia; por isso tanta luta.

Os farmacêuticos farão toda a diferença nos passos dessa evolução. Poderão acelerá-la ou retardá-la. Poderão ajudar a conservar a verdadeira homeopatia Hahnemannianna, adaptada às nossas necessidades presentes sem, contudo, desvirtuá-la. “A busca da cura suave, rápida e duradoura”, como Hahnemann preconizou, é o mais importante. E também a busca incansável pela origem dos adoecimentos e o restabelecimento integral da saúde.

Professora Eliete MM Fagundes

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