14 de junho: Dia mundial do doador de sangue

Sabemos da grande falta de sangue nos bancos de doação especializados, não só no Brasil, mas em praticamente todos os países. Sabemos da importância vital deste ato de amor e doação. Eu fui doadora por um curto período da minha vida, quando bem jovem e isso me dava a sensação de mais vitalidade física além de saber que estava ajudando meus semelhantes, pois sou O+, doadora universal. Esta prática não pode ser adotada para todos os tipos de indivíduos assim como também não deve ser feito regularmente porque o organismo se habitua e pode gerar alguns transtornos a médio e longo prazo, dependendo de cada pessoa.

A constituição e biotipo de cada pessoa deveria ser avaliada para que pudesse ser determinada a regularidade ideal para a doação, além de prevenir possíveis transtornos.  Quanto mais jovem, saudável, com regime de vida equilibrado, alimentação balanceada e prática de esportes habitualmente, melhor indicado para fazer a doação. O ideal seria selecionar as pessoas bem humoradas, que não bebem, nem fumam, sem antecedentes de doenças graves na família e não apenas aquelas que não foram detectadas com maiores problemas nos exames preliminares.

Porém, esta descrição é a da extrema perfeição de um doador. Infelizmente, a realidade é muito triste e desconcertante em nosso país. Pessoas morrendo diariamente por falta de sangue adequado nos bancos, pessoas doadoras doentes em níveis energéticos, desarmonizadas, doando para salvar a vida a qualquer preço que lhe paguem. Estão incluidos pessoas que possuem um quotidiano totalmente fora dos padrões saudáveis, muitas vezes delinquentes, moradores de rua que não se alimentam a vários dias, etc.

Precisamos de mais consciência nas escolas, campanhas em todos os setores da sociedade. Assim como hospitais ou clínicas particulares. O governo deveria fazer campanhas em estádios de futebol antes dos jogos, em shows, em eventos, faculdades, onde hajam pessoas mais jovens e saudáveis, isso seria um grande avanço para melhorar o nível nacional da qualidade do sangue doado e aumentar os estoques nos bancos.

A pessoa recebe o sangue e sua vida é salva. Isso é o que mais importa, porém, posteriormente, pode carregar doenças que não possuía antes. Isso acontece porque o DNA do doador é incorporado ao DNA do receptor, lógico que não em grande parte dos casos, mas em determinados tipos de pessoas, dependendo das características de quem doa e de quem recebe. O receptor está profundamente fragilizado em todos os sentidos e se submete a uma carga de energia muito diferente e normalmente mais forte, por mais que sejam grupos compatíveis, um forte padrão de influência é recebido passivamente pelo organismo de uma forma em geral.

Quanto mais diferentes forem os padrões, maior a tendência das desarmonias serem repassadas.

A Homeopatia é terapia que ajuda tanto doadores quanto receptores, por mais que as condições de ambos sejam adversas. Ajuda na equiparação dos padrões e, futuramente, será ferramenta indispensável em bancos de sangue para ser prescrita antes do processo ser efetivado.

Espero que em um futuro não muito distante esta seja a realidade vivenciada por todos: o uso da homeopatia em clínicas, hospitais, etc.. também com essa finalidade, embora ainda seja totalmente utopia e algo fora do contexto da saúde mundial. Porém, afirmo que seja possível e totalmente viável este procedimento. Os benefícios que podem daí advir serão inimagináveis para a saúde de todos os envolvidos e para o bem estar geral das populações.

 

Professora Eliete MM Fagundes

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