02 de junho – Dia nacional de combate à cefaleia

A cefaleia ganhou status, em janeiro de 2018, de uma das doenças mais incapacitantes dentro das classificações preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). São mais de 150 os tipos já identificados, de acordo com estudos da Sociedade Internacional de Cefaleia e da Sociedade Brasileira de Cefaleia.

A enxaqueca afeta cerca de 15% da população brasileira, algo em torno de 31 milhões de pessoas, a maioria na faixa dos 25 aos 45 anos. Quando se trata de crianças, ocorre em 3% a 10%, afetando igualmente ambos os sexos antes da puberdade. Entre as mulheres, o problema chega a até 25%, mais que o dobro da prevalência entre os homens, segundo o Ministério da Saúde.

 

A recomendação a nível mundial é a pessoa aprender a conviver com a dor. A Homeopatia, por ser modelo diferenciado, possui recursos únicos, exclusivos e eficientes frente à abordagem deste problema.

O mais importante para o Homeopata idôneo, o verdadeiro “artista da cura”, é a individualização do caso para encontrar a origem do problema. Esta causa é a busca número um para conseguir a melhor escolha do tratamento devendo priorizar as sensações e manifestações mais evidentes.

Faz muita diferença a forma como a pessoa sente, onde sente, quando, o tipo, a localização, a hora da manifestação da enxaqueca. O que vê antes, durante e depois  das crises, como vê, o que melhora, o que piora, as emoções e pensamentos que sobrevem antes, durante e depois, etc. As causas, os tipos e as circunstâncias são muito diferentes de indivíduo para indivíduo.

A cefaleia em mulheres está  bastante associada ao período de ovulação e menstruação, tornando-se um dos maiores fatores incapacitantes da vida cotidiana. A busca do melhor remédio não deve ser apenas para tentar eliminar a dor, mas harmonizar a causa desencadeante, do contrário, poderá retornar em outro momento. O tempo de tratamento é relativo de acordo com a constituição e temos pessoas mais predispostas que outras, por isso, fortalecer a pessoa como um todo é o caminho mais seguro.

OBS: Procure um homeopata para o tratamento, não repita o mesmo medicamento. Faça o curso de Homeopatia para se conhecer melhor e entender como ocorre verdadeiramente todo o processo homeopático.

Prof. Eliete MM Fagundes

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