17 de outubro – Dia Nacional da Vacinação

Muitas pessoas acreditam que as vacinas seguem princípios homeopáticos, mas, no âmago da questão, não é verdade. Entenda as diferenças.

As partículas dos vírus, bactérias, etc. utilizados na fabricação das vacinas são atenuadas, ou seja, sofrem uma alteração para que “sua virulência” esteja inativada.  Porém, devemos levar em conta a complexidade do DNA desses seres que estão aqui a mais de um bilhão de anos e possuem uma inteligência desconhecida; esse fato explicaria tantos maus efeitos observados na população vacinada.

Para aqueles que estão com a imunidade alta, a vacina não causa sequelas importantes, mas, aqueles que estão mais enfraquecidos podem ir à óbito após surtirem os efeitos da vacinação. A própria ANVISA informa que gestantes, idosos e pessoas com baixa imunidade não devem ser vacinadas.

A ANVISA tem um protocolo de registro de efeitos adversos que deve ser acessado todas as vezes que alguém sentir maus efeitos após vacinações.

 

  • Veja detalhes sobre o assunto no capítulo 14 “Vacinação e homeopatia”, do livro “Retalhos Homeopáticos”, Vol. II. 

 

Já a homeopatia trabalha com a memória quântica e vibracional desses seres. Sem manipulação genética, eles também não se encontram materializados nos remédios, com a presença da memória apenas. Quando a vacina “pega”, essa memória é impregnada na energia vital da pessoa e os agentes biológicos continuam emitindo informações por não haver no preparo da vacina o grande segredo do preparo da homeopatia, que é o processo de diluição e potencialização, uma imensa diferença.

Então, a diferença entre o princípio homeopático e as vacinas é enorme. É que quando a vacina “pega”, essa memória sutil é impregnada na energia vital da pessoa e esses agentes continuam emitindo informações. É por isso que a vacina pode ser nociva. A Homeopatia, que atua pela lei do semelhante, neutralizaria qualquer agente caso este já estivesse no corpo de alguém. Já a vacina, introduz o agente no organismo sem a pessoa jamais ter tido contato com ele. Como todo ser emite ondas eletromagnéticas, um calor inato mesmo estando inativado, vai influenciar as funções normais dos órgãos, podendo enfraquecer o corpo humano e o sistema imunológico, ao contrário do que se pensa. Portanto, a vacina não atua como a homeopatia por não haver no seu preparo o processo de diluição e potencialização.

As vacinas também tentam obter resultados da mesma forma que a homeopatia. No preparo das vacinas, pretende-se que a memória do vírus, que será introjetada no organismo, emita informações energéticas para que sistema imunológico reaja positivamente.
Mas a resposta dos dois estímulos para o DNA não se equiparam porque existem diferenças básicas na configuração eletromagnética do microorganismo que foi apenas atenuado em relação ao que foi homeopatizado.

Outra diferença inigualável é que a pessoa que irá ingerir a homeopatia de Bordetella pertussis CH5, por exemplo, que é o agente causador da coqueluche, seria somente quem já foi contaminado por ela, quem possui a memória energética desse agente em sua energia vital, sendo que a função da homeopatia é retirá-la para que não continue a emitir informações desnecessárias.

Assim, esse indivíduo não mais estará à mercê dos seus efeitos no sistema imunológico que são sentidos, principalmente, quando a resistência abaixa, gerando inúmeros adoecimentos e não necessariamente os sintomas da coqueluche em si.

Portanto, a homeopatia e as vacinas são sistemas diferentes. No sistema homeopático, todas as homeopatias que tomamos para determinados fins terapêuticos são eminentemente preventivas de qualquer adoecimento. Isso porque o principal objetivo desse sistema é sempre aumentar nossa imunidade como um todo, independentemente de qualquer problema específico que esteja sendo tratado.

Professora Eliete MM Fagundes

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